meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

13
Nov 13

o poema invade-me

de mansinho

quase me rouba a inspiração,

vem de pés descalços

finge não saber o caminho

mas segue direitinho

ao coração...

trago o destino do avesso

e a nostalgia comigo

meu natal, agora é distância

já não me reconheço

não sinto nele um abrigo,

é quase tempo outra vez

tempo tão curto afinal

lembro da infância o natal

para não me esquecer de mim

 

ai se o natal...

ainda fosse assim!

publicado por natalia às 23:56

as horas que passam

esfriam o coração

e nesta inquietação

os pássaros vêm e vão

do meu sonho,

deixam um estremecimento

e no peito um sabor

a saudade,

do encantamento

da minha fresca primavera

da suavidade dos dias

dos poemas de amor

do encanto que se desfez.

 

talvez,

o meu corpo cansado

da palpitação das horas,

sinta algumas melhoras

ao derramar palavras neste

poema.

 

romã

 

 

 

 

publicado por natalia às 15:08

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