meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

06
Nov 13

indiferença e esquecimento

me cobrem

fico assim uma poeta estranha

de mim desconhecida

ainda que os sinos dobrem

pela minha vida caída

já nada recua...

 

nem vai haver recompensa alguma

o tempo passou provando

que nada é meu

na minha face se abateu

sem se compadecer,

preso o desalento

e a solidão de quem já

não tem nada a perder.

 

romã

 

 

publicado por natalia às 20:51

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