meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

15
Dez 19

Estimados amigos e leitores estou a tentar passar os poemas deste meu blog para o principal que é Orvalhos Poesia, agradeço pela leitura e visita ao meu mais antigo blog, onde deixarei toda a minha poesia....................muito obrigada a todos que aqui me visitaram... meu abraço de amizade

publicado por natalia às 11:54

01
Jan 17

 

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Hoje é a primeira página dum livro em branco, mistério... para uns de tranquila solidão, para outros de sonho, para outros de dias conturbados, mas...este começo de ano traz-nos sempre uma sedução pensativa, um vigor que nos vai ajudando a escrever cada página com palavras de sol, em linhas de brisas, com infinito desejo de sermos um pouco mais felizes..................tempo novo..................................................................................é tempo de fazer acontecer, tal como as árvores quando chega a primavera fulgem e o mar canta e se espraia até nós... vamos acreditar, ousar, arriscar, sermos luz e esquecermos a cegueira...conservar a esperança e o sonho é preciso.

 

natalianuno

publicado por natalia às 18:16

08
Out 15

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aproxima-se a monótona chuva de outono
os vidros das janelas embaciados
a surpresa dos tons embelezados
folhas caídas ao abandono
e nós viajantes nesta estação
num silêncio insistente
aprendendo a sobreviver
com a vida a desaparecer,
às vezes com o coração
aos ais...
o vento faz-se ouvir nos ramais
como mensageiro da intempérie
expectantes nos deixamos ficar
no aconchego do lar
levanta-se a noite
quem sabe amanhã o sol nos espera?
transbordando ardente
trazendo-nos de novo o sonho...a quimera.

 

natalia nuno

publicado por natalia às 16:35

24
Set 15

 

mujer pensativa.JPG

 

minhas penas

minha alma as sente

contente ou descontente

sobeja apenas

este remar sem parança,

esta confusa lágrima

feita de água negra e dura

da saudade e ternura dum tempo breve

e feliz

tudo ficou para trás,

como um sonho que ocupa a distância

é agora apenas a luz entre a luz do caminho

essa infância...

a afastar-se e a levar-me ao esquecimento.

hoje, convertida noutro ser,

ainda me pergunto e lamento

se tudo tenho que esquecer!?

duvidoso labirinto onde tudo termina

minhas penas eu sinto

num silêncio opressor,

só o coração é refúgio onde

ainda há  amor,

que afoga a tristeza

e coloca ternura na minha ferida

memória...

 

natalia nuno

 

 

 

 

publicado por natalia às 23:19

15
Set 15

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com o rodar dos ponteiros dia e noite,

noite e dia vai-nos marcando a pele,

levou-nos da primavera o mel

e deixou-nos na selva da idade solitária,

com saudade...

fomo-nos habituando e convertendo

num frio de estátuas

e ante uma lágrima que nos afoga,

nos supomos sós e ignorados...

é o efeito do tempo que por nós passa

sem que demos por ele

amanhã mais uma ruga inscrita

mais uma ideia transviada

e a memória das palavras apagada.

 

natália nuno

publicado por natalia às 20:07

11
Set 15

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Celebra-se a chuva
agitam-se os ares
fica teu alento humedecido

teus passos seguros

se assim o desejares...

o pulsar do sol
faz parte do teu dia
e na tua essência de terra
íntima festa com a natureza,
assim tua vida seria...
ao despertar o alvor
um raminho de giesta
na almofada... com amor,
e o sopro da brisa ao ouvido
continuaria a festa

numa melodia alada,
e a felicidade tão livre

faria sentido...

natália nuno

publicado por natalia às 22:58

26
Ago 15

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enlaça-me a claridade

que nasce da madrugada

traz o feitiço e surpreende

a minha memória atada

uma infinidade de lágrimas de orvalho

caem de repente, e vêm dar de beber

ao meu esquecimento

jorro de luz, que se despenha no meu corpo

acaricia meus braços

encandeia minha pele

volto a ser jovem...

 

o que anseio no meu interior

é que volte de novo o amor...

 

natalia nuno

 

publicado por natalia às 13:00

25
Ago 15

 

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olho a luz que nasce

esqueço os restos da noite

das horas que não voltam

mas que deixam sabor nostálgico

e a memória se nega!

rompe o dia a solidão me pega.

urge renascer

esquecer a fuga dos dias

mesmo sabendo que é grande a luta

que a vida foge como o vento

que são poucas as alegrias.

num adeus lento

no vazio o caminho que acaba

em qualquer lado

fica o desejo de recomeçar... parado.

 

e a cabeça pensa...

não deixes, que o tempo te vença.

 

natália nuno

 

 

 

 

 

 

publicado por natalia às 21:49

 

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insisto em me esconder
como se do mundo não fosse
não consigo entender
por que é que .
é amargo e não doce

direis vós, direi eu
que a felicidade está por aí
que a vida é maná do céu
vezes sem conta repeti!

vós que passais pois vede
como é grande a confusão
meus olhos turvos, boca de sede
até o espelho me olha com provocação.

 

natalia nuno

publicado por natalia às 17:31

19
Ago 15

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as sombras fatigadas

dos velhos que sentem a idade

sem tempo

seus olhos despertam da obscuridade

e assim permanecem, sem esperança

escondendo-se nas saias da mãe

como em criança

são sombras impacientes

ofegantes, de gentes

que trazem no rosto o ardor da terra

sonhos vãos

e nas mãos, pouco ou nada

uma sede e um pranto

uma lamúria disfarçada

é pouco o que os nutre

de sempre ao agora

há sempre um abutre

chegado na hora...

palavras no esquecimento

e no pensamento a revolta

no coração as sombras nele engastadas

os passos cansados e na memória

dúvidas incendiadas...

flutuam como erva de verão

a felicidade adormecida na solidão.

 

natalia nuno

 

publicado por natalia às 23:11

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