meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

01
Fev 14

Esvoaça a cortina do quarto

como inventar sonhos?

O tempo cerca-me a memória

parto ou não parto?

Apagam-se os dias

perde-se o olhar,

o quarto aperta-me o peito

a cortina a esvoaçar

com suavidade,

o sonho desfeito

entendo agora que o tempo

de felicidade passou,

surge a resignação

no olhar...

Resta apenas a recordação.

 

romã

 

 

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publicado por natalia às 20:15

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