meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

21
Abr 14

8502.jpg

 

nunca a sede se apaga

sempre a desperta a noite

é como cura sem esperança

não se acaba na lembrança

cega esta sede

já que a fonte secou

e já nem lhe ouço o eco

só o amor restou.

 

amo e  odeio-te

quero-te e não quero

a vontade morreu-me,

se te perder

da lembrança vou viver

e a sede esquecer...

 

romã

 

 

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publicado por natalia às 20:06

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