meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

14
Abr 15

 

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trago um poema a rasgar-me

o peito sem luz nem brancura

perturbador, perdido

num choro sentido, 

traz-me presa à solidão

e o coração é um cavalo desbragado

neste poema que eu sonhava dourado

poema que se evade e me deixa

na saudade,

um dia sonhei o que nunca veio

e a felicidade perdeu-se p'lo meio

 

folhas moribundas morrem já na

obscuridade ali na terra fria,

no meu sonho sou um instante já perdido

saudade morrendo dia após dia...

 

natalia nuno

romã

 

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