meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

24
Mar 15

 

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erguem-se muros de tédio

há sombras a espreitar-me o rosto

maldição a minha, sempre

de caneta na mão,

a vida sem remédio

meu tempo é de cinza e lamento

o sonho açoitado p'lo vento

sou árvore sem raiz

torvelinho de emoções

inúteis os cansaços,

feliz... só na saudade dos abraços!

nas ilusões que me mantêm viva.

cruzo o silêncio 

na derradeira estação

perdida, a tentar encontrar-me

na espera que o tempo me peça perdão

e deixe de espiar-me...

 

acredito ainda na ilusão da viajem

já me é difícil navegar

e nesta romagem

sou pássaro cativo 

sem vontade pra cantar.

 

natalia nuno

romã

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