meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

21
Fev 15

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este zumbido que me enlouquece

restos de festa soam-me na mente

como enxame de abelhas em festim,

e se o corpo desfalece

e o coração já não sente

isto é o fim...

ou o príncipio

do fim!

jubilosa, festejo ainda

a vida, resignada

com esta dor que não finda.

 

como malmequer que não

resiste ao vento

também o sonho vai caindo

no esquecimento.

 

natalia nuno

romã

 

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