meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

26
Jun 14

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os olhos em que ardia

e relampejava o amor

estão agora encovados

enegrecidos pela melancolia

a sua chuva é silenciosa

a sua luz escura

apenas obscuridade

onde só se lê saudade

 

em silêncio como as pedras

a voz, existe na mente apatia,

eu era aquele sol

e a vida aquela magia

hoje?! feneço como fenecem

as rosas, no devaneio

da solidão...

 

romã

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publicado por natalia às 22:46

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