meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

04
Jan 15

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uma lágrima furtiva

brilha no fundo do ohar

navego na imaginação

à lonjura vejo um lugar

e eu aqui na solidão

no desdém da noite

que me tenta afogar

tive sonhos cor de rosa

que ainda vivificam em mim

mas ironia

não os tenho mais assim

hoje em dia.

 

foi-se o tempo

dos lábios pintados de fresco

do sorriso de frescura

de tanto afecto para dar

sentimentos no peito

a apertar...

hoje sinto a alma vazia

o tempo não tem paragem

e vai longa a viagem.

 

romã

natalia nuno

 

 

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