meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

23
Jan 15

 

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num tempo emprestado

permaneço a ele atada,

minha estrela perdida

num céu de tudo e de nada.

meu sorriso é

uma envergonhada manhã

nasce e morre cinzenta,

trago saudade de mim...

uma dor fina no peito, que

mal se aguenta

e parece não ter fim.

num vazio tropeço

o pensamento fantasma

que mal conheço.

 

sou eu e não sou!

o que tenho a perder

se nada restou?!

 

natalia nuno

romã

 

 

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publicado por natalia às 14:04

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