meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

23
Abr 15

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quantos lírios e quantas rosas

quanto amor ardente, frenesim

tantas noites d'amor generosas

passadas, que te dei e tu a mim

 

foram doces as voltas do amor

hoje as descrevo com saudade

beijos, o cheiro do amor ao redor

o fogo quente que era eternidade

 

ai... se fosse esse tempo agora!

em teus braços feliz, cada aurora

ver o teu olhar brilhar sem fim

 

este amor que o tempo invejou

pra longe dessas noites nos levou

passadas, que te dei e tu a mim

 

natalia nuno

romã

 

 

 

 

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publicado por natalia às 23:12

16
Abr 15

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todo o céu nos meus olhos,

entranço palavras em raios de luz,

deixo-me distante do abismo da vida...

malmequeres reflectem luz nas pétalas

brancas, como se fossem velas acesas

sobre a mesa postas,

desempoeiram as minhas memórias

quantas vezes já perdidas...

um melro atravessa o céu de chuva

e a solidão assenta-me que nem

uma luva...

do meu vôo perdi a força

nos meus olhos os teus

trago rosas brancas na mão

e sem pestanejar, acolho-te no coração.

 

natália nuno

romã

 

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publicado por natalia às 13:01

14
Abr 15

 

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trago um poema a rasgar-me

o peito sem luz nem brancura

perturbador, perdido

num choro sentido, 

traz-me presa à solidão

e o coração é um cavalo desbragado

neste poema que eu sonhava dourado

poema que se evade e me deixa

na saudade,

um dia sonhei o que nunca veio

e a felicidade perdeu-se p'lo meio

 

folhas moribundas morrem já na

obscuridade ali na terra fria,

no meu sonho sou um instante já perdido

saudade morrendo dia após dia...

 

natalia nuno

romã

 

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publicado por natalia às 19:55

07
Abr 15

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 só eu sei

calaram-se tantas coisas em mim

ficaram ocultas

na mente em labirinto

e hoje o que sinto

é esta amarga solidão...

foi-se tudo em palavras perdidas

num pequeno sorriso sem sol

na recordação,

tantas vezes calei

o que não quero nem lembrar,

só eu sei,

que já não há nos olhos pranto

e é tamanho o desencanto

que é pesadelo o acordar

 

tantos sonhos com asas

atravessaram tempestades

dentro do peito,

agora um simples pulsar

se arrasta de saudades

e uma luz tatuada de frescura

me enlaça em seus braços

com ternura...

 

natalia nuno

romã

 

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publicado por natalia às 00:32

06
Abr 15

15 - 1 (1).jpg

 

na minha mente

há sempre uma trémula lembrança

uma palavra a pulsar de esperança

no meu íntimo,

há uma voz em alvoroço que só eu ouço,

minha mão insegura

perante a incerteza... escreve!

escreve em desvario,

com loucura

o que deve e o que não deve

e o Poema é brasa que estremece

de emoção no meu caminho

é tão íntimo e intenso

o que escrevo, o que penso

e o que não penso...

que a vida é rosa e é espinho.

 

natalia nuno

romã

 

 

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publicado por natalia às 17:55

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