meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

31
Mar 14

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Sempre que se põe o pé

há que assentá-lo bem

pois então!

depois de um passo, ou dois até

não vá dar-se o tranbolhão.

quem é que nunca caíu

no tempo em que era menino

correndo atrás da bola

feito estarola,

com as bochechas rosadas

as gengivas desdentadas

joelhos e braços feridos

e sempre os sonhos renascidos?

 

Com um manso sorriso

na boca pregado

já quase a sentir-se gente

e com tanta, tanta força

lá ía procurando moça

 

para dizer-lhe:

ouve o que meu coração

sente.

 

romã

 

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