meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

30
Set 13

deixei-me à maré dos ventos

mais morta que viva

com a vontade de ser ave

deixar-me ir

foragida,

calar as promessas vâs

partir na maresia das manhãs

deixar andar o tempo atrás de mim

a marcar o seu ritmo louco

que até me deixa em quebranto

o que tenho, é já tão pouco!

 

trago de tempo, a fome

mas não é de hoje

que esta fome me consome.

 

romã

 

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publicado por natalia às 20:02

me abandono em ti

saio do meu casulo

és o espelho onde me deito

o porto onde eu acosto

contigo a vida regulo

sem ti,

eu morro...aposto!

 

cansei da palavra

a memória escura

trago fome de ternura.

 

romã

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publicado por natalia às 14:21

o passado não regressa

nem os sonhos que criei

a lembrança me namora

para que não esqueça

quanto amei,

 

ele é a minha viagem

meu espelho e minha imagem

donde venho?

não vou dizer... sou maré

que foge de mim

 

ao que vim?

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publicado por natalia às 00:14

29
Set 13

resgatei o espanto

cresceram em mim as asas

e enquanto

a morte dorme

recolho-me na infância

trazendo até mim a lembrança

 

e os sons aos ouvidos

avivando meus sentidos.

 

romã

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publicado por natalia às 15:07

são de vidro minhas palavras

com desejos de poesia

uma tardia vontade

em ventos sem direcção

os sonhos, amores e dias

que já não são

 

e o que são?

 

palavras de vidro iguais

ao que sou entre os demais.

 

romã

 

 

 

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publicado por natalia às 14:38

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