meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

05
Dez 13

choram as heras

oiço-lhe o pranto

sacode-as o vento

já não escalam ao céu

seca-me a vida no tempo

não há fogo no rosto meu

sou uma rosa moribunda

recordando a vida

dos meus olhos desprendida

 

o pranto se esquece de rolar

a alegria correu

fico a olhar-me distante

queria que tu me visses

me viesses amar

como outrora

fosses minha fonte com água

agora, neste instante

 

tens-me, dá-me a mão

meu canto ascende como a hera

ao teu coração.

 

romã

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publicado por natalia às 18:18

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