meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

25
Nov 13

Trago uma lembrança viva

no peitoril  da alma

com dor e um suspiro recolhido

a trespassar-me o coração

ardente,

como se estivesse à espera

duma primavera ausente

duma velha primavera,

tão velha quanto eu,

que oculta chora,

lembra as tardes

em que me trazias flores

e os dias

de céu azul e ar morno

 

lembrança dum tempo

sem retorno.

 

romã

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publicado por natalia às 21:10

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