meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

15
Nov 13

 

Vês as lágrimas do orvalho?

São sinais de despedida,

ninguém ouve,

ninguém lê

as palavras que espalho

rememorando tempos idos

que eram de rosas

vestidos

e a luz era perfeita

no meu corpo

que era aurora

roseira a florir

pronta a despetalar

e no amor se libertar.

Sem demora, o tempo

o vai apagando,

desenleia-se o sonho

o esquecimento

abre passagem

não lamento

não há o que suplicar

se a saudade apertar

 

vou às tardes de além recordar...

 

romã

 

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publicado por natalia às 12:20

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