meu pé de roseira, o bálsamo da minha solidão, meu coração à flor do peito, embriagada no ardor da Poesia, vou-me revelando e cumprindo a minha missão de ser Poeta. TODOS OS POEMAS REGISTADOS NO I.G.A.C.

11
Nov 13

a primavera abandonou-me

os ossos

o corpo ficou sonolento

e o odor dos loureiros

ficou por lá

lá onde a seiva nasce,

lá onde se fará

a tarde dos pássaros,

e o sonho virá a meus pés

como as ondas às marés

choro, num canto com medo

com a alma na penumbra.

 

envelhecem as lágrimas

o caminho é segredo

desafio a solidão

a cada latejo

do coração.

 

romã

 

 

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publicado por natalia às 18:18

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